STEPHEN KING É O NOME (PARTE 8)
Eu assisti ao filme quando lançou e chorei muito. Choro ainda quando o assisto novamente.
É um filme que mexe comigo.
E quis ler o livro porque queria saber como ele mexeria comigo também.
Bom, e também pelo fato de ser um Stephen King.
E, definitivamente, a mente dele me fascina!
Eu sei que existem excelentes escritores, de diferentes tempos e diferentes estilos.
Existe muita coisa boa por ai, profunda, devastadora, inteligente. Sei.
Mas Stephen King me fascina. A mente dele, a criatividade dele, o jeito como ele nos leva para os lugares.
Ler “À espera de um milagre”, mais que no filme, me levou de fato para 1932. Me fez sentir o que era estar no Bloco E, deu até para sentir o que os condenados sentem ao sentarem na Velha Fagulha.
O filme é bem fiel ao livro. Claro, coisas aqui e coisas ali são tiradas, acrescentadas, mudadas. Mas no geral, é bem fiel.
E, não tinha como fugir, se o filme é fiel ao livro, logo, o livro mexeu bastante comigo tal qual o filme.
E terminei pensando: “Porque que eu fiz isso comigo mesma? To arrasada!”
Terminei o livro triste. Terminei pensando em muitas coisas. Coisas da vida mesmo. “À espera de um milagre” é sensacional em livro e em filme.


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