A Lista Negra é o nome
Aqui caberia, “bullying é o nome”, “ódio é
o nome”, “perdão é o nome”, “compaixão é o nome”, “desconfiança é o nome”,
“Tragédia é o nome”, etc…
É um livro que traz a temática do bullying, um tema tão antigo e tão atual, tão falado, e tão criticado, mas ainda tão praticado…
Quando as brincadeiras deixam de ser
brincadeiras, elas trazem mal estar, angustia, tristeza, dor, para aqueles que
sofrem o bullying… e também às vezes até para aqueles que assistem o bullying e
não fazem (ou não podem fazer) nada.
O sofredor do bullying carrega um sentimento ruim dentro de si, e esse sentimento não permite que ele veja mais nada. Ele deixa de ver as coisas como elas são.
E é isso que o livro aborda.
A autora, Jennifer Brown, não romantiza o
bullying, não romantiza o massacre, não romantiza as vítimas…
Ela mostra, de uma forma dura, mas com alguma sensibilidade, como é passar por um bullying, por um trauma de ser sobrevivente de um massacre… Ela consegue nos mostrar que a intensidade só sabe quem sente. E até leva o leitor a questionar e refletir suas atitudes em relação ao tema, tendo sido ele praticante ou alvo de bullying…
O livro mexeu comigo… em diversos níveis.
Me impactou com o realismo do massacre.
Me emocionou com o drama vivido pela personagem principal.
Me fez sentir o que a personagem sentiu em diversos momentos do livro.
Me fez voltar ao passado, quando fui adolescente, e o bullying que também sofri… o ódio que também sentia… as lágrimas que também derramei.
É um livro que nos faz pensar e refletir sobre como é difícil se colocar no lugar do outro.
A autora nos mostra que os culpados (tanto
o atirador quanto o praticante de bullying) também são humanos, com defeitos e
qualidades, também têm sonhos e interesses.
Mas, é sempre mais fácil julgar o outro…
Infelizmente vemos muito sobre bullying, e suas consequências, também na realidade.
Como os garotos Columbine. Massacre esse que, de certa forma, levou o bullying ao conhecimento do mundo.
Vale a leitura, principalmente para os
jovens, e pré adolescentes, para dar uma visão de todos os lados que o bullying
tem. E suas consequências. Deveria ser leitura obrigatória em toda escola. Por
que bullying não é brincadeira… o bullying machuca, o bullying destrói, o
bullying causa danos… E mimimi não é o nome.
(PS: nas novas edições o livro passou a se
chamar “A lista do ódio”)
(PS2: Falta uma adaptação cinematográfica...)
É um livro que traz a temática do bullying, um tema tão antigo e tão atual, tão falado, e tão criticado, mas ainda tão praticado…
O sofredor do bullying carrega um sentimento ruim dentro de si, e esse sentimento não permite que ele veja mais nada. Ele deixa de ver as coisas como elas são.
E é isso que o livro aborda.
Ela mostra, de uma forma dura, mas com alguma sensibilidade, como é passar por um bullying, por um trauma de ser sobrevivente de um massacre… Ela consegue nos mostrar que a intensidade só sabe quem sente. E até leva o leitor a questionar e refletir suas atitudes em relação ao tema, tendo sido ele praticante ou alvo de bullying…
Me impactou com o realismo do massacre.
Me emocionou com o drama vivido pela personagem principal.
Me fez sentir o que a personagem sentiu em diversos momentos do livro.
Me fez voltar ao passado, quando fui adolescente, e o bullying que também sofri… o ódio que também sentia… as lágrimas que também derramei.
É um livro que nos faz pensar e refletir sobre como é difícil se colocar no lugar do outro.
Mas, é sempre mais fácil julgar o outro…
Infelizmente vemos muito sobre bullying, e suas consequências, também na realidade.
Como os garotos Columbine. Massacre esse que, de certa forma, levou o bullying ao conhecimento do mundo.
(PS2: Falta uma adaptação cinematográfica...)

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