Um pedido de George R. R. Martin é o nome
Gillian Flynn, autora de livros
maravilhosos como “Garota Exemplar” e “Objetos Cortantes”, escreveu um conto a
pedido de George R. R. Martin.
Sim, George R. R. Martin, aquele senhor que nunca termina de escrever a série das Crônicas de Gelo e Fogo, sabe?
Flynn escreveu um conto de terror, de 30
páginas.
E em tão poucas páginas, ainda sim, um conto cheio de reviravoltas.
Eu confesso que quando li a primeira vez,
em 2016, odiei o final. Procurei por mais páginas no livro, sei lá, vai que
veio faltando páginas no meu exemplar…
Até cheguei a recomendar o livro varias vezes, mas alertando: “é muito bom, mas é muito bom até a penúltima pagina”.
Eu reli hoje.
Hoje, sim.
Em questão de 1 hora você lê tranquilamente.
Eu reli.
E estou aqui pra dizer que amo Gillian Flynn.
O jeito como ela escreve.
O jeito como ela te prende, o suspense que ela cria.
O jeito como ela constrói os personagens, tanto em livros de centenas de páginas, como num conto, de 30.
Você termina o livro, mas a história não
termina com ele.
Você fica pensando nela, no que será que realmente aconteceu, em quem acreditar, querendo saber mais, querendo uma continuação, querendo mais e mais.
Mas está tudo ali. Nas poucas páginas do conto ela mantem sua assinatura, causando aquele certo incômodo no leitor.
Sim, George R. R. Martin, aquele senhor que nunca termina de escrever a série das Crônicas de Gelo e Fogo, sabe?
E em tão poucas páginas, ainda sim, um conto cheio de reviravoltas.
Até cheguei a recomendar o livro varias vezes, mas alertando: “é muito bom, mas é muito bom até a penúltima pagina”.
Hoje, sim.
Em questão de 1 hora você lê tranquilamente.
Eu reli.
E estou aqui pra dizer que amo Gillian Flynn.
O jeito como ela escreve.
O jeito como ela te prende, o suspense que ela cria.
O jeito como ela constrói os personagens, tanto em livros de centenas de páginas, como num conto, de 30.
Você fica pensando nela, no que será que realmente aconteceu, em quem acreditar, querendo saber mais, querendo uma continuação, querendo mais e mais.
Mas está tudo ali. Nas poucas páginas do conto ela mantem sua assinatura, causando aquele certo incômodo no leitor.

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