O Conto da Aia é o nome
O livro foi escrito em 1985, por Margaret
Atwood.
Uma distopia que mostra uma mudança radical no mundo como o conhecemos.
Mas que de certa forma já foi e é vivenciada de um jeito ou de outro, em diversas fases da história humana.
Um livro cheio de desespero, medo,
submissão, falta de esperança, fatalismo, machismo e hipocrisia.
Mostra o controle do governo por radicais cristãos, um regime teocrático.
A autoridade suprema de um governo, onde ninguém tem direitos, família, nem nome.
Apenas os ricos tem alguns direitos, poucos, mas alguns.
Esse livro chega a ser assustadoramente
atual.
Hoje vivemos esse medo, do autoritarismo de um governo cheio de radicais cristãos.
Um governo que odeia cultura, odeia o diferente, quer fazer de todos iguais, a ele mesmo no caso.
Um governo facista e abominável.
É um livro que mostra o machismo, que a
mulher só é útil se está lá para servir e procriar. Apenas.
As mulheres são classificadas e
identificadas conforme as cores de suas roupas e seus acessórios o que define
seu papel na atual sociedade.
Vivemos isso de diversas formas.
Somos julgadas por aquilo que usamos.
Somos até mesmo culpadas por aquilo que usamos.
Ser mulher é e sempre foi um desafio.
Mas, como em todo regime de abuso há quem
lute contra, há quem acredite na liberdade, há aqueles que são chamados de
insurgentes.
Eles dão rumo a história, em uma sociedade doente, as pessoas com alguma sanidade mental precisam fazer alguma coisa…
A leitura causa incômodo, mexe com o
leitor.
Você enxerga o que o governo está fazendo?
No livro, a autora mostra que o golpe aconteceu aos poucos, tudo estava para acontecer, mas ninguém ligou, parecia distante, longe da realidade.
Até que acontece.
O livro retrata muito bem que mudanças
radicais podem engolir toda uma nação, de uma hora para a outra.
É assustador!
O “Conto da Aia” virou série. Em 2017.
Ganhou Emmy, Globo de Ouro.
Mas eu abandonei na primeira temporada.
Não sei exatamente o motivo.
Apenas abandonei.
Espero voltar em breve para continuar assistindo.
Uma distopia que mostra uma mudança radical no mundo como o conhecemos.
Mas que de certa forma já foi e é vivenciada de um jeito ou de outro, em diversas fases da história humana.
Mostra o controle do governo por radicais cristãos, um regime teocrático.
A autoridade suprema de um governo, onde ninguém tem direitos, família, nem nome.
Apenas os ricos tem alguns direitos, poucos, mas alguns.
Hoje vivemos esse medo, do autoritarismo de um governo cheio de radicais cristãos.
Um governo que odeia cultura, odeia o diferente, quer fazer de todos iguais, a ele mesmo no caso.
Um governo facista e abominável.
Vivemos isso de diversas formas.
Somos até mesmo culpadas por aquilo que usamos.
Ser mulher é e sempre foi um desafio.
Eles dão rumo a história, em uma sociedade doente, as pessoas com alguma sanidade mental precisam fazer alguma coisa…
Você enxerga o que o governo está fazendo?
No livro, a autora mostra que o golpe aconteceu aos poucos, tudo estava para acontecer, mas ninguém ligou, parecia distante, longe da realidade.
Até que acontece.
É assustador!
Ganhou Emmy, Globo de Ouro.
Mas eu abandonei na primeira temporada.
Não sei exatamente o motivo.
Apenas abandonei.
Espero voltar em breve para continuar assistindo.
Segue link do trailer da primeira temporada:
https://youtu.be/qlaQS_x9PlI

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