Acabar com tudo é o nome
“Eu estou pensando em acabar com tudo” é
um livro que comprei julgando pela capa, em 2017.
Mais um deles, na verdade.
Sim, eu faço muito isso.
E adoro.
Às vezes quebro a cara com um livro ruim, mas normalmente sou surpreendida com um ótimo livro.
Tanto pela capa quanto pelo título, achei
que essa seria uma história de alguém com tendências suicidas, mais voltado pro
drama.
Bom, quando eu li, vi que não se tratava
de drama.
Uma história cheia de suspense e terror psicológico, narrada em primeira pessoa por uma protagonista sem nome. Numa viagem de carro com diálogos estranhos e flashbacks. Uma visita aos pais de seu namorado, completamente angustiante. E uma parada inesperada, e tensa.
É possível ler o livro em 1 dia.
Você realmente quer saber o que acontece.
Você realmente quer que acabe, o livro.
Na primeira vez que li, achei o final um
tanto quanto confuso, confesso.
Mas deixei de lado. Não reli, não busquei resenhas, nada.
Eu estava em época de TCC na faculdade, e tinha muita coisa pra fazer.
Quando vi que teria o filme esse ano, eu assisti ao trailer e resolvi reler o livro.
Reli.
Dessa vez, achei surpreendentemente
original e brilhante o final.
Estava pronta pra assistir ao filme.
Empolgada na verdade.
Mas, que decepção.
O diretor desse filme foi o roteirista de “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, e esse filme, meus amigos, é excelente. Amo. Um dos meus preferidos.
Então, a expectativa estava lá em cima, e como diz meu irmão ‘a expectativa é a mãe da merda’.
Ele basicamente transformou “Eu estou pensando em acabar com tudo” em “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, brincando com cores de roupas, profissões, nomes. Ele acabou mudando muitas nuances do livro.
No livro, você demora pra entender o que
está acontecendo. Já no filme, ele joga na sua cara a real da história.
Recomendo o livro, de verdade.
Ele é intrigante, bem elaborado, tenso e denso, assustador e sombrio em diversos níveis.
O filme, não recomendo.
Ele é chato, arrastado, meio maçante, final besta.
Mas, caso queria assistir mesmo assim, o filme tá na Netflix.
Esse é o trailer: https://youtu.be/TLDLLzYecGw
Mais um deles, na verdade.
Sim, eu faço muito isso.
E adoro.
Às vezes quebro a cara com um livro ruim, mas normalmente sou surpreendida com um ótimo livro.
Uma história cheia de suspense e terror psicológico, narrada em primeira pessoa por uma protagonista sem nome. Numa viagem de carro com diálogos estranhos e flashbacks. Uma visita aos pais de seu namorado, completamente angustiante. E uma parada inesperada, e tensa.
Você realmente quer saber o que acontece.
Você realmente quer que acabe, o livro.
Mas deixei de lado. Não reli, não busquei resenhas, nada.
Eu estava em época de TCC na faculdade, e tinha muita coisa pra fazer.
Quando vi que teria o filme esse ano, eu assisti ao trailer e resolvi reler o livro.
Estava pronta pra assistir ao filme.
Empolgada na verdade.
Mas, que decepção.
O diretor desse filme foi o roteirista de “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, e esse filme, meus amigos, é excelente. Amo. Um dos meus preferidos.
Então, a expectativa estava lá em cima, e como diz meu irmão ‘a expectativa é a mãe da merda’.
Ele basicamente transformou “Eu estou pensando em acabar com tudo” em “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, brincando com cores de roupas, profissões, nomes. Ele acabou mudando muitas nuances do livro.
Ele é intrigante, bem elaborado, tenso e denso, assustador e sombrio em diversos níveis.
Ele é chato, arrastado, meio maçante, final besta.
Mas, caso queria assistir mesmo assim, o filme tá na Netflix.
Esse é o trailer: https://youtu.be/TLDLLzYecGw

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