Pintassilgo é o nome
Na verdade, Donna Tartt é o nome.
Nunca tinha lido nenhum livro dela.
E em uma pesquisa sobre futuras adaptações cinematográficas, achei esse título e me interessei.
Sim, eu gosto de sofrer, ler o livro e
depois me decepcionar com o filme…
Mas voltando, pesquisei, me interessei, comprei.
Quando o livro chegou, eu quase que não quis ler, mais de 700 páginas!
E eu não sabia se valeria a pena… mas, Donna Tartt é sensacional!
Ela é detalhista, não deixa pontas soltas, te prende, te preenche com os personagens.
E todos os personagens são bem escritos, importantes, profundos.
Logo no começo, quando Theo Decker perde a
mãe, foi realmente angustiante. Você se sente perdido e sozinho como ele se
sentiu.
E o livro não deixou de ser angustiante até o final.
É aquele tipo de leitura que quando você não está lendo, está pensando sobre.
O livro tem bastante reviravolta, nada
muito mirabolante, mas que prende muito a atenção…
E tem muitos sentimentos pesados, depressão, tristeza, solidão, amores…
As reflexões abordadas no livro são quase sempre pessimistas, mas carregadas de verdade.
O livro “O Pintassilgo”, vencedor do
Pulitzer de 2014, é uma obra prima.
Um dos melhores livros que já li.
Um livro para quem não se contenta com pouco.
Já o filme de mesmo nome, de 2019, não chega nem perto.
Para quem não leu o livro, acredito ser um filme um pouco confuso, afinal são 720 páginas, e um enxugamento não só era natural como necessário para adaptar em um filme.
Os personagens secundários não são bem trabalhados, parecendo rasos.
Muita coisa podia ter sido cortada da história, ao invés de jogar ao espectador rapidamente sem muita explicação.
No livro, mostra que o quadro é roubado
logo no começo. No filme, isso é um mistério… apenas se sabe que há algum tipo
de conexão entre Theo e o quadro.
Pode até ser um filme bom, mas faltou
muito para ser uma boa adaptação.
Segue link do trailer: https://www.youtube.com/watch?v=CXMFKl5jGDc
Nunca tinha lido nenhum livro dela.
E em uma pesquisa sobre futuras adaptações cinematográficas, achei esse título e me interessei.
Mas voltando, pesquisei, me interessei, comprei.
Quando o livro chegou, eu quase que não quis ler, mais de 700 páginas!
E eu não sabia se valeria a pena… mas, Donna Tartt é sensacional!
Ela é detalhista, não deixa pontas soltas, te prende, te preenche com os personagens.
E todos os personagens são bem escritos, importantes, profundos.
E o livro não deixou de ser angustiante até o final.
É aquele tipo de leitura que quando você não está lendo, está pensando sobre.
E tem muitos sentimentos pesados, depressão, tristeza, solidão, amores…
As reflexões abordadas no livro são quase sempre pessimistas, mas carregadas de verdade.
Um dos melhores livros que já li.
Um livro para quem não se contenta com pouco.
Já o filme de mesmo nome, de 2019, não chega nem perto.
Para quem não leu o livro, acredito ser um filme um pouco confuso, afinal são 720 páginas, e um enxugamento não só era natural como necessário para adaptar em um filme.
Os personagens secundários não são bem trabalhados, parecendo rasos.
Muita coisa podia ter sido cortada da história, ao invés de jogar ao espectador rapidamente sem muita explicação.
Segue link do trailer: https://www.youtube.com/watch?v=CXMFKl5jGDc

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